Quebrei

Havia semanas que eu não fazia um arranjo e já estava com saudades. Sem ter uma encomenda específica, resolvi testar um novo design, usando um vaso em forma de taça e uma suculenta alta com tons de vinho que tinha adquirido há algum tempo. A maioria das suculentas que encontro só possuem tons de verde, então quando encontro alguma com tons avermelhados ou amarelados, fico toda animada (afinal, elas dão contraste e “iluminam” o vaso).

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Desenvolvi o projeto, escolhi as suculentas, trabalhei na base colorida, transplantei delicadamente as plantas e deixei-as por alguns dias tomando sol, antes de colocar o acabamento. O resultado (na minha opinião) não ficou o máximo, mas tudo bem. Era só finalizar. Eu estava colocando e ajeitando os pedriscos quando… CRACK! Quebrei o vaso com a minha própria mão! Num momento de descuido, em vez de manipular o vaso pela base, fui movê-lo pelas bordas… humpf! Estraguei tudo.

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Esses vasos são de vidro muito fininho, sempre devem ser manuseados pela base, especialmente quando estão cheios e pesados por causa da terra e das plantas. Bom, acho que tão cedo não vou me esquecer disso…

Vaso: vidro em forma de taça

Base: areias branca, amarela, verde clara e verde escura + pedrisco + carvão + substrato

Plantas: 5 tipos de suculentas

Acabamento: pedrisco branco

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2 comentários sobre “Quebrei

  1. Quando compramos uma mudinha de suculenta, normalmente ele vem do viveiro com as condições ideais, lá elas tem água na medida certa e proteção do sol excessivo e isso faz com que elas fiquem com formas e cores originais da planta, mas nada como um vaso estabelecido a algum tempo, onde encontram um certo “stress”, e uma competição acontece seja por nutrientes, água ou espaço… e isso proporciona uma coloração bem definida e forte, mas só vem com o tempo, tem que ter paciência!! Encontrar elas já com essa coloração é um presente!

    • Tem razão, Fernanda. Com o tempo, no terrário, a “paisagem” muda ganhando um tom bem mais espontâneo, natural. Fica desorganizado, mas não deixa de ter sua própria beleza, resultado da convivência entre as diferentes espécies de suculentas e o ambiente do terrário. Minha irmã, por exemplo, gostava muito da “bagunça” que o terrário dela se tornou, das plantas que o dominaram e da maneira como se expandiram dentro e fora do vidro. De fato, o terrário dela virou uma “selva” bem interessante de suculentas.

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